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A rotina de trabalho, estudos e outras atividades geralmente consomem muitas horas do dia e acaba não sobrando muito tempo para que os profissionais possam cuidar da saúde.

Quem mora em São Paulo precisa redobrar os cuidados com a saúde durante o inverno. O sofrimento não é só de quem tem doenças respiratórias, como asma.

Um estudo feito nos Estados Unidos mostra que o aumento da poluição também piora a qualidade do sono para quem sofre de apneia, um distúrbio que interrompe a respiração enquanto a pessoa dorme. Os dois fatores juntos, poluição e apneia, elevam o risco de doenças cardiovasculares como derrame e infarto.

Muito alardeada nos últimos anos, a influência dos sentimentos sobre a saúde vem sendo comprovada por uma infinidade de pesquisas científicas. Os estudos mostram que tanto as emoções positivas como as negativas podem atuar no surgimento de doenças ou preservar a saúde e, ainda, interferir nos tratamentos.

A duração e a intensidade de atividades incidentais – pequenas atividades que não podem ser consideradas exercícios físicos – podem levar a uma melhor aptidão cardiorrespiratória. De acordo com Ashlee McGuire, da Queen’s University (Canadá), ações como limpar a casa, subir escadas e caminhar distâncias curtas são benéficas por aumentarem a atividade física do corpo de forma fácil, sem tomar muito tempo.

Nem todas as ideias erradas são dignas de se contestar. Existem algumas, porém, que não podem ser ignoradas. Aquelas que interpretam erroneamente questões de suprema importância, que atrapalham nosso pensamento sobre elas, ou que têm sérias consequências, devem ser discutidas.

É bom ficar atento. Ter um emprego ruim pode ser pior para a sua saúde mental do que estar desempregado, mostrou uma pesquisa da Australian National University. O resultado do levantamento, baseado nos dados de 7 mil pessoas analisadas durante sete anos, contesta um consenso entre pesquisadores. Dada a estrutura e estabilidade que um emprego fixo proporciona, sempre se pensou que ter um emprego faria qualquer mortal mais feliz, o que se mostrou verdadeiro apenas para aquelas funções em trabalhos de alta qualidade. Ao contrário, se o seu emprego é estressante, instável e ingrato, é melhor dar adeus a ele.

Tanto se falou nos últimos dias sobre bullying escolar, mas, se pararmos para observar, acontece um movimento muito semelhante no meio corporativo de forma muito mais frequente do que podemos imaginar. Bullying é discriminação feita por uma ou mais pessoas contra um indivíduo específico. No caso do bullying profissional, as consequências afetam a vida pessoal adulta e também o desempenho da organização.  De acordo com o presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev (foto), “este é, sobretudo, um problema incomum, que não pode ser resolvido da noite para o dia e pode ser caracterizado como tal quando se carrega por um período longo de sua vida profissional, podendo passar até mesmo de um emprego para outro”.

O cerco está se fechando em torno do cigarro. E, além dos males já conhecidos, mais um pode ser atribuído ao vício: ser prejudicial à saúde dos relacionamentos. Não é difícil imaginar que a relação entre uma pessoa que fuma e outra que não fuma não é muito fácil. Cláudia Nogueira, psicóloga especializada em terapia cognitiva comportamental e coordenadora do Programa Antitabagismo do Spa Sorocaba, confirma que a dificuldade no relacionamento é um dos motivos que mais levam pessoas a procurarem tratamento.

1. Usar fones de ouvido em lugares barulhentos

Sim, é melhor ouvir música do que o zum-zum de ambientes barulhentos. Porém, pesquisadores americanos descobriram que 80% das pessoas aumentam o som para além de 89 decibéis, o que implica risco de danos auditivos a longo prazo. "Em 140 decibéis podemos romper o tímpano e ficar surdos", adverte Pedro Germano.

2. Deixar a escova de dentes sobre a pia do dating sites list banheiro

Alimentos de fibra

Publicado em Saúde

A fibras melhoram o trânsito intestinal, fazem bem para a pele e ajudam a emagrecer. Reduzem o colesterol ruim e controlam os níveis de açúcar no sangue. E o melhor: não têm calorias.

Elas estão em boa parte dos alimentos consumidos no dia a dia. Se não estão, a indústria se encarregou de enriquecer seus produtos acrescentando-as. Nos últimos dois anos, as vendas de alimentos ricos em fibras cresceram 20%, segundo pesquisa do instituto Euromonitor International. "Consideram-se enriquecidos apenas os produtos industrializados com mais de 3 gramas de fibras para cada 100 gramas do alimento", explica Ijones Constantino, diretor da Tate & Lyle, multinacional inglesa fornecedora de fibras para a indústria alimentícia. A recomendação de consumo diário é de 25 gramas de fibras para adultos – parece pouco, mas não é.

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