Português Español English

QUACC

Mostrar items por tag: educação

Todo final de ano refletimos sobre as mudanças que gostaríamos de realizar no próximo ano, desde regimes a promessas de ir para a academia, começar um novo curso, guardar mais dinheiro, aprender uma nova língua e por aí vai... O fato é que o ano novo se inicia e algumas dificuldades acontecem no caminho. Albert Einstein disse que o princípio da insanidade é você fazer a mesma coisa achando que vai obter resultados diferentes.

A Universidade Quantum realiza no dia 09 de Abril o workshop “Finanças Pessoais e Prosperidade”, com Dario Sakamoto, sobre Educação Financeira para um Ano Novo realizador e com chances reais de atingir suas metas e objetivos, transformando 2014 no seu ano do SONHO.

 

As regras de etiquetas são antigas. Mesmo antes dos franceses estabelecerem modos e meios de agir em meio à sociedade, os medievais já tinham as suas próprias normas de relacionamento e sobrevivência.

Se antigamente as empresas eram as principais responsáveis pelas carreiras de seus funcionários, e as demissões eram casos muito mais raros do que observamos atualmente, hoje os profissionais precisam correr atrás de atualização constante, saber trabalhar seu marketing pessoal e ter muita atitude para terem uma carreira sustentável.

“Ninguém gosta de frustrar um filho, mas, às vezes, é inevitável. Aprender a lidar com a frustração é inerente ao processo de desenvolvimento e da formação da personalidade do ser humano. Ensiná-lo a conter a impulsividade e a manter a calma diante das contrariedades é o que vai fazer dele um adulto capaz de entender o ponto de vista do outro”, analisa a psicóloga Maria Regina Domingues de Azevedo, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina do ABC.

A falta de profissionais qualificados para suprir as necessidades das empresas em meio ao atual boom econômico brasileiro vem levando companhias multinacionais a adotar medidas extraordinárias para conseguir contratar de acordo com suas necessidades, segundo afirma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário americano The Wall Street Journal.

O grande sonho individual do jovem brasileiro é ter uma boa formação profissional e um emprego, seguido pelo desejo de ter a casa própria e dinheiro. Foi o que apontou a pesquisa O sonho brasileiro, que procurou mapear o que querem os mais de 26 milhões de jovens de 18 a 24 anos que vivem no país.

O Brasil é o terceiro país no mundo com maior escassez de talentos, indicou uma pesquisa divulgada recentemente por uma consultoria.

Em um levantamento realizado pela consultoria de recursos humanos Manpower, 57% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades de preencher suas vagas, principalmente por conta da falta de qualificação da mão de obra.

Na futura sede de eventos globais como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a falta de talento afeta principalmente os empregos técnicos, na área de engenharia e em funções como motoristas, operários e operadores de produção.

É a proporção mais elevada registrada no hemisfério ocidental. Só o Japão, onde o envelhecimento da população tem o já notório efeito de reduzir a mão de obra disponível, e a Índia, um pólo de grande atividade econômica emergente, têm percentuais maiores que o Brasil: 80% e 67%, respectivamente.

"A classe média do país está crescendo rapidamente, elevando a demanda doméstica por mercadorias e serviços, e, no entanto, empregadores estão tendo dificuldades de acompanhar as projeções de crescimento dos Bric", avalia o relatório.

"Este país multicultural precisa se vender de maneira mais eficiente a fim de atrair talentos estrangeiros".

A situação contrasta com a de muitos países europeus que ainda sofrem com os efeitos da crise econômica, como Polônia, Irlanda, Noruega, Espanha e Reino Unido.

Em termos globais, 34% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades em preencher posições por causa da falta de talento disponível.

É uma tendência crescente, mas ainda abaixo dos níveis registrados em 2006-07, período de forte aquecimento da economia global, quando mais de 40% das companhias disseram ter dificuldades de preencher suas vagas.

"Enquanto a desaceleração econômica global pode ter mascarado a escassez de talentos por muitos anos, a recuperação global evidenciou a tensão gerada por essa escassez, na medida em que as organizações que cortaram quadros descobrem que precisam de mais pessoas qualificadas para seguir adiante e viabilizar a sua estratégia de negócios", apontou o relatório.

Explicações

A pesquisa ouviu quase 40 mil empregadores em 39 países, nos primeiros três meses deste ano.

Para os empregadores, a principal razão das dificuldades em preencher vagas de trabalho é a falta de experiência dos candidatos – mencionada por 28% deles. A pura e simples ausência deles é a razão que vem em seguida (24% de menções).

Entre outros motivos mais citados, estão ainda a falta de conhecimentos técnicos básicos e específicos da função (22%) e a falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (15%).

O relatório afirmou que a região das Américas é a mais problemática para os empregadores que precisam preencher vagas de trabalho. A média regional de escassez de talento é de 37%, acima da mundial.

A região carece de técnicos, representantes comerciais, trabalhadores qualificados e com conhecimento na sua indústria, engenheiros e pessoal de apoio para cargos secretariais e de assistente.

Com 57% mensurado, o Brasil é o país onde há proporcionalmente mais empregadores com dificuldades de unbelievable gay online dating sites preencher vagas, seguido de longe pelos EUA (52%) e a Argentina (51%).

Apesar de também estar vivendo um período de forte expansão econômica, o Peru é o país da região onde os empregadores disseram estar tendo menos dificuldades de preencher vagas (apenas 10% disseram ter problemas).

Os problemas que os empregadores da região mencionaram como obstáculos para encontrar pessoal são semelhantes aos verificados globalmente, mas em proporção maior: falta de experiência dos candidatos (32%), falta de habilidades básicas e conhecimentos específicos do trabalho (24%), falta de candidatos (23%) e falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (21%).

Texto originalmente publicado no site do BBC Brasil.

 

Executivos dos mais diversos setores do mercado vislumbram uma carreira internacional. O maior problema desse desejo são os desafios do processo que transformou o mundo dos negócios em um universo sem fronteiras.

Página 1 de 5