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Brasil: 95% dos CEOs causam impacto no ambiente de trabalho, diz pesquisa

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Os CEOs (Chief Executive Officer) das empresas brasileiras causam grande impacto no ambiente de trabalho. Uma pesquisa realizada pela empresa especializada em gerenciamento estratégico de pessoas, Arquitetura Humana, com 207 presidentes de 13 estados do Brasil, revela que esta é a principal característica destes profissionais, indicada por 95% dos entrevistados.

Além disso, 92% foram considerados dominantes, ou seja, exercem influência sobre as outras pessoas. Entre as mulheres, a porcentagem é de 100%.

Os dados indicam ainda que os presidentes menos influentes são os que trabalham no setor público. Apesar desta característica ser considerada positiva, 57% dos entrevistados disseram que é necessário ser menos dominante.

Energia
Em terceiro lugar do ranking, aparece a energia e a dinâmica destes profissionais, com 91%. Estas características apontam a capacidade de suportar o estresse e a tensão de trabalharem por longos períodos.

O alto nível de energia permite que os CEOs sejam menos suscetíveis à fadiga e mantenham um alto nível de alerta e concentração em suas atividades.

O maior percentual de presidentes que apresentam este comportamento está entre os que atuam no setor de serviços, com 93%. O menor é apresentado pelas mulheres, com 84%. Isto revela que as mulheres também gastam a sua energia com deveres fora do ambiente de trabalho.

Rapidez e riscos
A pesquisa também avaliou a rapidez dos CEOs, característica apontada por 89% dos entrevistados. Na análise entre os estados, os profissionais que atuam em São Paulo são considerados mais rápidos, com 92%, na comparação com aqueles que trabalham em outros estados.

Também houve diferença no confronto entre os setores, já que os CEOs do comércio são mais rápidos (95% apresentaram essa característica) do que os da área de serviços (85%).

Informal
Ainda segundo os dados, 60% dos presidentes indicaram como característica a informalidade. Entretanto, devido à figura que representam, eles podem assumir os riscos inerentes ao cargo sem adotar uma atitude inconsequente ou irresponsável. O maior percentual de CEOs informais está entre as mulheres, com 100%. Já o menor está no governo, com 40%.

A pesquisa indica ainda que 61% dos presidentes são extrovertidos. Na análise da Arquitetura Humana, isto revela o alto nível de conhecimento, equilíbrio social, articulação e habilidade de relacionamento com pessoas destes profissionais.

Apresentam um percentual maior do que a média o comércio (67%) e serviços (66%), além do Estado de São Paulo (65%) e das empresas familiares (64%). Os presidentes menos extrovertidos são as mulheres (50%), aqueles que atuam na indústria (46%) e no governo (30%).

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