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Empresas de TI e Telecom que proporcionam um bom ambiente de trabalho, benefícios atraentes, investem na educação do funcionário, oferecem oportunidades internas, entre outros atrativos, têm sido objeto de cobiça no mercado. Mas o que é preciso para conquistar uma vaga num desses oásis profissionais?

Muitas vezes, ao ouvir definições sobre os jovens da geração Y, me vem a lembrança de muitos profissionais de TI que eu conheço. São várias as definições que ouvimos, mas as características destes profissionais que me parecem ter mais consenso entre os especialistas são:

Esta é uma pergunta pertinente e que deve ser feita constantemente pelos gestores de RH, principalmente naqueles momentos em que gerentes de outras áreas da empresa reclamam por possuir pessoas na equipe sem o perfil adequado para as atividades. Infelizmente, muitas empresas mantêm profissionais em cargos e ambientes que não  são apropriados e o pior: a maioria nem se dá conta disso. Ou detectam o problema e não tomam qualquer iniciativa.

A falta de profissionais qualificados para suprir as necessidades das empresas em meio ao atual boom econômico brasileiro vem levando companhias multinacionais a adotar medidas extraordinárias para conseguir contratar de acordo com suas necessidades, segundo afirma reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário americano The Wall Street Journal.

Uma preocupação dos profissionais, hoje, é saber como atravessar um período em que a motivação está baixa. Para avaliar a origem do seu desânimo, use o seguinte modelo, dividido em três conjuntos: contexto, conteúdo e infraestrutura. O contexto representa o tipo de empresa em que você trabalha. Qual é a sua relação com o negócio? Você sente orgulho da empresa? Existe alguma afinidade entre você e o produto ou serviço que ela fornece?

O segundo conjunto é o conteúdo, ou seja, o retorno que esse trabalho lhe proporciona. O que você faz tem uma importância relativa na empresa? Você faz diferença? Seu desempenho faz diferença? As pessoas com quem você trabalha desafiam a sua inteligência e o seu comportamento? 

O terceiro conjunto é a infraestrutura. Aqui estamos falando das ferramentas de trabalho, da tecnologia de informação, dos sistemas e processos que envolvem a sua atividade. Você está à vontade no exercício de suas tarefas? Você domina as tecnologias que são necessárias ao desempenho da sua função? Tem tido um treinamento adequado? 

Responder a todas essas perguntas já lhe dará uma boa noção das razões de seu desânimo com o trabalho. Mas todas juntas representam 65% das causas conhecidas de desmotivação. Os 35% restantes estão relacionados com seu chefe. As pessoas entram em um trabalho pela empresa e saem por causa do chefe. Lidar com esse fator é complexo e ao mesmo tempo delicado. A solução requer habilidade e serenidade. Algumas dicas que podem ajudar: ao lidar com um chefe que não inspira, não estimula e só cobra, tenha sempre o cuidado de separar fatos de opiniões. Trabalhe sempre primeiro com fatos, evite dar opiniões antecipadas e sempre escute mais do que você fala. 

Nunca falte ao respeito. Chefe é chefe. Engula a seco, mas não responda sem pensar duas, três vezes. Na discordância, procure sempre obter e trabalhar opiniões coletivas (seus pares e subordinados), e não somente as individuais. Esse exercício vai fazê-lo refletir melhor antes de contrapor-se a uma ideia do chefe. De qualquer forma, saiba que é um desafio, mas que a consistência de suas colocações e sua integridade vão ajudá-lo a superar. Coragem.

Por visit online dating services Luiz Carlos Cabrera, professor da Eaesp-FGV.

De acordo com a Associação Brasileira de Provedores de Outsourcing em Recursos Humanos (ABPO), até 2011 o mercado de terceirização de serviços em recursos humanos pode movimentar R$ 1,5 bilhão.

A terceirização dos processos de RH, chamado de outsourcing, é uma tendência mundial e já é realidade em aproximadamente 40% das empresas nos Estados Unidos, país pioneiro no assunto. “As empresas que decidem implementar este modelo tem mais tempo para se dedicar a outras coisas tão importantes quanto o RH, como a comunicação interna, decisões estratégicas e políticas organizacionais”, considera Rossana Ercole, psicóloga e headhunter da Global Network.

Com um mercado cada vez mais exigente e competitivo, as empresas precisam de ações inteligentes e que agreguem valor ao seu negócio. O outsourcing possibilita novas estratégias, já que ultrapassa os limites da automatização de processos. Além da redução de custos, há a melhora da produtividade e a terceirização pode ser considerada um avanço pelos funcionários se os processos forem conduzidos de forma transparente. “A empresa contratada para cuidar do RH deve ser especializada, entender as necessidades e atuar de acordo com os princípios e valores do contratante”, ressalta.

Rossana explica que a folha de pagamento — que é considerada a atividade mais onerosa da gestão de pessoas, principalmente devido às diversas leis trabalhistas existentes — é a área onde o outsourcing mais cresce. As áreas de recrutamento e seleção e o treinamento de pessoas também estão conquistando cada vez mais espaço. “Muitas vezes os custos de um processo de seleção podem ser altos para a empresa e não darem o retorno esperado. A terceirização traz profissionais capacitados, com aperfeiçoamento contínuo e que podem trazer mais benefícios”, esclarece.

A headhunter enfatiza ainda que os profissionais de empresas especializadas em outsourcing conseguem se focar na busca e gestão de talentos, no desenvolvimento de lideranças e conseguem utilizar de forma eficaz todas as ferramentas existentes. “Tempo é dinheiro e quando uma atividade é desenvolvida por alguém que trabalha especificamente com isso, os resultados são mais rápidos. Com a redução de custos na área de recursos humanos, os investimentos podem ser direcionados para outras prioridades”, acrescenta.

É importante lembrar que a cultura das organizações tem mudado e os funcionários são vistos como a alavanca para o sucesso do negócio. “Implementar o outsourcing é uma solução eficaz para os desafios da gestão de pessoas. As empresas especializadas como a Global Network garantem uma atuação com ética e sigilo sobre as estratégias da contratante, consideradas as características mais exigidas neste mercado”, finaliza.

Texto publicado no site Mais RH.

Depois de muitas e muitas revoluções no mundo do trabalho, chegamos à era em que valorizar os colaboradores tornou-se uma excelente maneira de fazer negócios. Uma equipe alinhada aos objetivos, com foco nas metas e estimulada a alcançar os resultados pode produzir mais e melhor.

O desafio de criar ambientes profissionais para bons negócios passa pela dificuldade em selecionar e recrutar os profissionais certos para os lugares certos. A apresentação do currículo informa apenas as habilidades técnicas, mas não são suficientes para a escolha correta. O dia a dia do trabalho envolve comprometimento e responsabilidades que são medidos pelos comportamentos humanos.

Um exímio profissional técnico pode vir se tornar um bom líder? Um bom executor também consegue se comunicar bem? As tarefas apresentam algum processo ou são feitas sem planejamento?

O Método Quantum é a ferramenta de assessment que assegura cientificamente, por meio do laboratório de pesquisas do Método Quantum, os resultados oferecidos sobre avaliação comportamental utilizada na formação de times vencedores.

O Quantum Corporate é a unidade de negócios do Grupo Quantum que irá ajudar sua empresa a descobrir como o Método Quantum pode contribuir na formação de um capital humano compromissado com o seu negócio, oferecendo serviços e soluções que auxiliam na diminuição do turning-over e no aumento da produtividade de seus colaboradores.

As empresas que encaram a gestão de pessoas como um investimento de médio e longo prazo estão compromissadas com relacionamento mais harmonioso com seus colaboradores que, como feedback, tenderão a ter prazer em trabalhar, oferecendo novas ideias para o seu negócio. Em resumo: um ciclo vicioso que beneficia a todos.

Tanto se falou nos últimos dias sobre bullying escolar, mas, se pararmos para observar, acontece um movimento muito semelhante no meio corporativo de forma muito mais frequente do que podemos imaginar. Bullying é discriminação feita por uma ou mais pessoas contra um indivíduo específico. No caso do bullying profissional, as consequências afetam a vida pessoal adulta e também o desempenho da organização.  De acordo com o presidente da De Bernt Entschev Human Capital, Bernardo Entschev (foto), “este é, sobretudo, um problema incomum, que não pode ser resolvido da noite para o dia e pode ser caracterizado como tal quando se carrega por um período longo de sua vida profissional, podendo passar até mesmo de um emprego para outro”.