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Amor

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Autoestima é uma palavra que a gente ouve pra lá e pra cá. Até em anúncio de academia nos deparamos com ela. Todo mundo diz: “você precisa se gostar, se amar!”. Bom, a ouvinte, que já se acha “meia-boca”, certamente tem vontade de se enfiar mesmo debaixo da pia. Afinal, parece tão simples se curtir e ela não consegue. Parece que é tão fácil quanto apalpar um mamão na feira ou comprar um moletom do Mickey na Disneylândia. Mas não é! Se gostar, enquanto a maré inteira tenta te convencer de que você não é magra o suficiente, não é linda o suficiente, não é sexy o suficiente, não é bem-sucedida o suficiente... é dose! É como remar dentro de um caiaque no meio do tsunami. Na minha opinião, autoestima é um negócio que se constrói aos pouquinhos, tijolo por tijolo... Não de uma vez só, no tranco.

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Apaixonados têm dificuldade em lidar com as histórias antigas de seus parceiros e gostariam de apagar experiências anteriores

Por Cáren Nakashima e Livia Valim

Aceitar que o parceiro já viveu outras experiências sexuais e amorosas pode ser difícil para os apaixonados. Acostumado com as queixas de seus pacientes, o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, autor do livro “Ciúme - O Lado Amargo do Amor” (Editora Ágora), dá nome e sobrenome para o ciúme do passado: síndrome do carro zero. E ele explica: “Faz parte da nossa cultura latina esse desejo de ser o primeiro”, diz. Mas diferente do automóvel novinho, um amor pode vir com muitos quilômetros rodados.

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Em certos momentos, se alguém perguntar como você está rapidamente, a resposta será "estou bem". Porém, internamente, uma voz afirmará que não está tudo ótimo, que falta algo para isso, mas que realmente não tem clareza sobre o que precisa ou se isso é importante.

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O homem tem bicho de estimação desde que vivia nas cavernas. O cachorro, por exemplo, aparece nas mais antigas pinturas rupestres. Hoje, porém, os animais domésticos alcançaram status de membro da família. Existe um mercado voltado para eles, quase como se fossem crianças. "Nós, certamente, estamos vivendo uma época de enorme atenção em relação aos animais", afirma o professor doutor César Ades, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

Os jeitos de amar

Publicado em Amor
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Gary Chapman escreveu um livro muito bom sobre linguagens do amor. Ele defende que as pessoas demonstram amor de maneiras bastante diferentes uma das outras, e que muitas vezes não conseguimos perceber o amor do outro por não entender essa linguagem, por esperar que a demonstração seja à nossa forma. Entretanto, quando entendemos qual é o nosso jeito de amar, deixamos claro para nós mesmos e para os outros, se preciso, qual é a nossa necessidade e expectativa. Bem como podemos identificar qual a linguagem dos que estão a nossa volta e assim passar a interpretar seus atos. Desta forma, o que antes não víamos podemos passar a enxergar.

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Ao norte da Espanha, há uma região, Altamira, conhecida pelas cavernas recobertas por pinturas rupestres de imagens de animais, feitas ainda no período pré-histórico. Mas a história do descobrimento das cavernas de Altamira não teve um início honroso e nem digno de comemorações.

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Atualmente, muito se tem falado na necessidade de humanizar as organizações e a sociedade de modo geral. Humanizar quer dizer: elevar à altura do homem. Relativo ao homem: o corpo humano, a espécie humana. Sensível à piedade, compassivo: mostrar-se humano com seus semelhantes.

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Já pensou por que você fica pegajosa quando começa a namorar? Ou por que seus relacionamentos não duram muito? O livro "Attached", de Amir Levene e Rachel Heller, que será lançado na Inglaterra em junho, tem algumas respostas. Segundo o livro, a maneira como agimos nos relacionamentos é predeterminada por quem somos: ansiosos, seguros ou esquivos e, a partir disso, poderíamos encontrar o par perfeito e fazer um relacionamento dar certo. Será?

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Nós estamos nos movendo para longe da estrutura social dos anos 50 a cada ano: pela primeira vez, os casados representam menos da metade dos lares americanos. Os dados divulgados afirmam que os casais casados eram apenas 48% dos lares dos EUA em 2010.

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O grau de comprometimento que uma pessoa dedica ao seu relacionamento amoroso pode ter ligações com o relacionamento que o indivíduo teve com sua mãe durante a infância.

Pesquisadores da Universidade de Minnesota e da Universidade de Illinois (ambas nos Estados Unidos) estudaram a interação entre as relações e acreditam que não é o comprometimento individual de uma pessoa que determina a longevidade de um relacionamento ou o seu bem-estar.

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